Quando penso nos avanços em sustentabilidade no Brasil, não consigo deixar de ver a força que os projetos incentivados pela Lei de Incentivo à Reciclagem vêm ganhando ao longo dos últimos anos. Em 2025, vi dezenas de projetos saírem do papel, serem aprovados e iniciarem verdadeiras transformações, tanto no meio ambiente quanto na vida das pessoas. Afinal, a inovação e o impacto social são caminhos sem volta na jornada das empresas que querem integrar os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) à sua estratégia.
A Lei de Incentivo à Reciclagem: uma mudança estrutural
Com a regulamentação da Lei 14.260/21, surgiu a chance para empresas do Lucro Real investirem até 1% do IRPJ devido em iniciativas de reciclagem, circularidade e gestão de resíduos. Na prática, isso significa que recursos que antes iriam direto para o caixa do governo agora financiam iniciativas concretas com impacto ambiental, social e econômico. O mais interessante é que os valores aportados são totalmente dedutíveis, ou seja, o investimento em projetos ocorre sem custos adicionais para as empresas, gerando resultados reais em ESG e cumprindo exigências legais com transparência e segurança jurídica na área da reciclagem.
Uma vitrine de oportunidades para 2026
Nos números oficiais que acompanhei recentemente, em 2025 tivemos aproximadamente 165 projetos aprovados, com uma previsão de R$ 2,2 bilhões disponíveis para captação e R$ 140 milhões já sendo mobilizados. Para mim, esses valores não só sinalizam a aderência das empresas à proposta do projeto lei incentivo reciclagem, mas demonstram também um amadurecimento coletivo sobre a importância da responsabilidade socioambiental no setor produtivo.

Pude ver que iniciativas líderes em 2025 se destacaram pela abrangência regional, pelo valor mobilizado e, principalmente, pelo alcance social. Uma parte significativa dos projetos aprovados busca formalizar e fortalecer cooperativas de catadores, promover educação ambiental, introduzir tecnologia para rastreamento de resíduos e ampliar pontos de entrega voluntária (PEVs) de recicláveis.
Principais projetos aprovados: inovação, inclusão e circularidade
Um case marcante foi o projeto Valora, com captação mínima de R$ 1,5 milhão e atuação em São Paulo. O foco esteve na formalização de cooperativas via tecnologia. Isso significa mais profissionalização para as associações de catadores, que ganham ferramentas digitais para gerir contratos, garantir pagamento justo e acompanhar o fluxo dos materiais coletados. Como resultado, mais pessoas foram incluídas no sistema produtivo formal e houve aumento real da renda média dos beneficiários.
Outros exemplos vieram de iniciativas voltadas à compostagem, logística reversa de embalagens e reaproveitamento de resíduos eletroeletrônicos. Em 2025, observei projetos inovadores que conectam inteligência artificial à roteirização da coleta seletiva, tornando a operação muito mais eficiente, além do uso de dashboards para monitorar em tempo real a performance de cada iniciativa, o que dá ainda mais transparência a empresas e captadores.
Duração e foco dos projetos
Na maioria das análises que realizei, esses projetos contam com duração média de 18 a 24 meses. Períodos assim permitem ir além das ações pontuais, consolidando políticas de educação ambiental, treinamento de mão de obra e, principalmente, garantindo a sustentabilidade dos resultados no médio e longo prazo.
Alguns exemplos práticos de impactos que observei nos melhores projetos de 2025:
- Ampliaram a coleta seletiva para bairros antes desassistidos, reduzindo o descarte irregular e o volume de resíduos enviados a aterros.
- Realizaram parcerias com escolas e universidades, aprofundando a educação ambiental entre crianças e jovens.
- Foram responsáveis por implantar plataformas digitais que permitem o rastreio dos volumes reciclados, estimulando o consumo consciente.
- Geraram empregos diretos, principalmente entre mulheres e catadores em situação de vulnerabilidade social.

O impacto no dia a dia das cooperativas e catadores
Em minha rotina conversando com gestores e membros de cooperativas, percebi claramente: a Lei de Incentivo à Reciclagem vira o jogo não apenas pelo aporte financeiro, mas sobretudo por impulsionar um novo patamar de dignidade e reconhecimento para o trabalho do catador. Isso porque parte das exigências para aprovação dos projetos envolve o registro formal, a promoção de saúde e segurança, programas de capacitação e relatórios públicos de impacto, que podem ser consultados em plataformas especializadas como a Conecta LIR.
Projetos longos, com tecnologia e participação social, mudam comunidades.
E notei também a preocupação crescente em integrar os catadores à economia circular, posicionando-os não só como coletores, mas como agentes fundamentais de transformação ambiental. Da formalização de associações à inserção em circuitos de venda direta para a indústria, houve um salto de qualidade e eficiência no ciclo dos materiais recicláveis.
Relatórios, compliance e transparência: novas exigências para 2026
Um ponto fundamental das iniciativas incentivadas é a prestação de contas. O que antes era visto como burocracia, agora tende a ser diferencial competitivo: projetos que apresentam relatórios transparentes de impacto, seja sobre redução de resíduos, geração de renda ou melhorias socioambientais, atraem mais investidores e consolidam reputação ESG. Ferramentas inteligentes, como as oferecidas pela própria Conecta LIR, automatizam parte desse processo, coletando e organizando dados que alimentam relatórios de sustentabilidade, e que podem ser usados por empresas em campanhas de marketing institucional, sem custo extra com consultorias independentes.
Como encontrar bons projetos para investir?
Se você está à procura das melhores oportunidades para aplicar o seu imposto, recomendo conferir as avaliações de projetos e seus impactos socioambientais em portais especializados. Eu mesmo já utilizei filtros por área de atuação, por valor de captação, e até por tecnologia empregada. Avaliar essas informações facilita a decisão e garante que o uso do incentivo fiscal irá realmente transformar cidades, pessoas e a agenda ESG da sua empresa. Para saber mais, vale a pena consultar análises sobre os melhores projetos e também dicas sobre como avaliar o impacto socioambiental das iniciativas LIR.
Conclusão
Em resumo, percebo que a maturidade dos projetos aprovados para 2026 reflete um setor fortalecido e cada vez mais inovador. Tanto pela soma dos recursos já mobilizados quanto pelos benefícios diretos na formalização de cooperativas, inclusão social e inovações tecnológicas. Como autor desse artigo e também como alguém engajado no acompanhamento desse tema, vejo no projeto lei incentivo reciclagem uma das ferramentas mais eficazes para quem quer transformar imposto em impacto real. Conheça a proposta da plataforma Conecta LIR e inspire-se: investir em reciclagem é investir em futuro sustentável e justo para todas as gerações.
Se deseja que sua empresa faça parte desse movimento e amplie o impacto social e ambiental positivo, recomendo conhecer melhor nosso trabalho na Conecta LIR. Junte-se a quem faz a diferença, alinhando negócio, responsabilidade social e inovação verde.
Perguntas frequentes
O que é a Lei de Incentivo à Reciclagem?
A Lei de Incentivo à Reciclagem (Lei 14.260/21) é um mecanismo tributário brasileiro que permite a empresas do Lucro Real destinarem até 1% do IRPJ para financiar projetos de reciclagem, economia circular e gestão de resíduos, garantindo dedução integral e incentivando práticas sustentáveis.
Como funciona um projeto de reciclagem incentivado?
Esses projetos passam por aprovação do Ministério do Meio Ambiente, devem comprovar impacto social e ambiental e, após a aprovação, recebem recursos de empresas, que direcionam parte do seu imposto devido para viabilizar ações de reciclagem, inclusão social, educação e inovação tecnológica. O processo é acompanhado por plataformas como a Conecta LIR, que garantem transparência e curadoria especializada.
Quais os benefícios do projeto de reciclagem em 2026?
Os benefícios envolvem desde a geração de emprego e renda para catadores, ampliação da coleta seletiva, formalização de cooperativas, promoção de educação ambiental até relatórios de ESG e impulsionamento da economia circular. Há ainda vantagens tributárias e fortalecimento da reputação das empresas patrocinadoras.
Onde encontrar projetos de reciclagem aprovados?
Os projetos aprovados estão disponíveis em plataformas especializadas e portais do governo, como a vitrine da Conecta LIR. Também é possível acompanhar novidades e análises nas categorias de reciclagem, economia circular e impacto social.
Vale a pena investir em projetos de reciclagem?
Na minha experiência, investir em projetos da Lei de Incentivo à Reciclagem transforma recursos que já seriam pagos em impostos em impacto socioambiental positivo, fortalecendo a imagem da empresa, estimulando inovação e contribuindo para um Brasil mais limpo, justo e sustentável.
